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segunda-feira, 14 de julho de 2008
Oração do Pé de cana
Santa Cana que se extrai da roça, purificado seja o teu caldo. Aguardente sem mistura, venha a nós o vosso líquido a ser bebida a nossa vontade, assim no boteco como em qualquer lugar. Cinco litros por dia nos dai hoje, perdoai o dia em que bebemos menos assim como perdoamos o mal que a "marvada" faz. Não nos deixeis cair atordoados e livra-nos da radiopatrulha. Amém. Hic!
Estava uma mulher que não gostava de depilar as axilas no ônibus. Aí, um bêbado sentado lá atrás:
-Bailarina, oh bailarina!
A mulher não entendeu nada, o bêbado continuou:
-Oh, bailarina, bailarinaaaaaa, olha para mim bailarina.
Depois de um tempo, a mulher já puta disse:
-Que bailarina, onde é que o senhor está vendo bailarina?
O bêbado:
-Se a senhora não é bailarina, como é que consegue botar o pé aí em cima?
-Bailarina, oh bailarina!
A mulher não entendeu nada, o bêbado continuou:
-Oh, bailarina, bailarinaaaaaa, olha para mim bailarina.
Depois de um tempo, a mulher já puta disse:
-Que bailarina, onde é que o senhor está vendo bailarina?
O bêbado:
-Se a senhora não é bailarina, como é que consegue botar o pé aí em cima?
Eu tinha lá em casa dez garrafas de cachaça, da boa. Mas minha mulher obrigou-me a jogá-las fora.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa, bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Peguei o quinto copo, joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto.
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.
Peguei a primeira garrafa, bebi um copo e joguei o resto na pia.
Peguei a segunda garrafa, bebi outro copo e joguei o resto na pia.
Peguei a terceira garrafa, bebi o resto e joguei o copo na pia.
Peguei a quarta garrafa, bebi na pia e joguei o resto no copo.
Peguei o quinto copo, joguei a rolha na pia e bebi a garrafa.
Peguei a sexta pia, bebi a garrafa e joguei o copo no resto.
A sétima garrafa eu peguei no resto e bebi a pia.
Peguei no copo, bebi no resto e joguei a pia na oitava garrafa.
Joguei a nona pia no copo, peguei na garrafa e bebi o resto.
O décimo copo, eu peguei a garrafa no resto e me joguei na pia.
Um bêbedo entrou na fila da igreja para tomar óstia...
O padre vendo-o falou para o sacristão:
- "Joerso vá buscar um pedaço de bombril para mim."
O sacristão obedecendo-o trouxe um pedaço de bombril...
Chegando a vez do bêbado o padre enfiou o bombril na boca do bêbado...
Este quando estava saindo perguntou ao padre:
- Padre o que é a óstia?
- Meu filho, e o corpo de Jesus Cristo...
O bêbado andou mais um pouco e quase saindo falou:
-Padre se a óstia a o corpo de Jesus Cristo... acho que peguei um pedaço do saco.
O padre vendo-o falou para o sacristão:
- "Joerso vá buscar um pedaço de bombril para mim."
O sacristão obedecendo-o trouxe um pedaço de bombril...
Chegando a vez do bêbado o padre enfiou o bombril na boca do bêbado...
Este quando estava saindo perguntou ao padre:
- Padre o que é a óstia?
- Meu filho, e o corpo de Jesus Cristo...
O bêbado andou mais um pouco e quase saindo falou:
-Padre se a óstia a o corpo de Jesus Cristo... acho que peguei um pedaço do saco.
Depois de passar por todos os bares entre o trabalho e a sua casa, o
bebum chega ao lar às cinco da manhã. A mulher o recebe:
- Canalha bêbado! Isso são horas?
- Eu...hic...queria...
- Cala a boca! Você é um imprestável! Gostaria de não vê-lo nunca mais!
Para que volta para casa? Afinal, o que vem fazer aqui a estas horas?
- Bem, querida...hic...além de ser meu...hic...lar, é o único...hic...lugar
aberto a essas horas!
bebum chega ao lar às cinco da manhã. A mulher o recebe:
- Canalha bêbado! Isso são horas?
- Eu...hic...queria...
- Cala a boca! Você é um imprestável! Gostaria de não vê-lo nunca mais!
Para que volta para casa? Afinal, o que vem fazer aqui a estas horas?
- Bem, querida...hic...além de ser meu...hic...lar, é o único...hic...lugar
aberto a essas horas!
Mto boa
A mulher se vira para o marido pinguço e diz:
- Querido, to com uma baita dor de cabeça. Vai lá na farmácia e me traz
novalgina. Olha: é novalgina com L, com L no meio da palavra. Não vai se
esquecer não.
O marido saiu, passou pelo bar, tomou umas cachaças com os amigos e chegou
muito mais tarde em casa. E sem o remédio...
A mulher, meio braba, pergunta:
- Cadê o diabo do remédio?
- Tinha não, meu bem!
- Como não tinha? Você bebeu e se esqueceu de passar na farmácia!
- Não, amor, eu fui lá. O rapaz da farmácia procurou, procurou...
E continuando:
- Mas não tinha nenhum remédio chamado NABUCLETA.
- Querido, to com uma baita dor de cabeça. Vai lá na farmácia e me traz
novalgina. Olha: é novalgina com L, com L no meio da palavra. Não vai se
esquecer não.
O marido saiu, passou pelo bar, tomou umas cachaças com os amigos e chegou
muito mais tarde em casa. E sem o remédio...
A mulher, meio braba, pergunta:
- Cadê o diabo do remédio?
- Tinha não, meu bem!
- Como não tinha? Você bebeu e se esqueceu de passar na farmácia!
- Não, amor, eu fui lá. O rapaz da farmácia procurou, procurou...
E continuando:
- Mas não tinha nenhum remédio chamado NABUCLETA.
A saidera
No enterro de um grande pé de cana, todos os amigos estavam lamentando a
morte dele, quando um teve uma brilhante idéia:
- Deveríamos abrir um bar neste cemitério. Só assim poderíamos nos despedir
dos amigos como se deve!
Um sóbrio que estava presente pergunta:
- E como se chamaria o bar?
- A Saideira!
morte dele, quando um teve uma brilhante idéia:
- Deveríamos abrir um bar neste cemitério. Só assim poderíamos nos despedir
dos amigos como se deve!
Um sóbrio que estava presente pergunta:
- E como se chamaria o bar?
- A Saideira!
Começou a música e o bebum se levantou, trocando as pernas. Dirigiu-se à
uma senhora de preto e pediu:
- Hic...me dá o prazer desta dança?
Ao que a senhora respondeu:
- Não, por três motivos. Primeiro, o senhor está bêbado. Segundo, porque
não se dança o Hino Nacional. E terceiro porque madame é a puta que pariu,
eu sou o vigário desta paróquia!
uma senhora de preto e pediu:
- Hic...me dá o prazer desta dança?
Ao que a senhora respondeu:
- Não, por três motivos. Primeiro, o senhor está bêbado. Segundo, porque
não se dança o Hino Nacional. E terceiro porque madame é a puta que pariu,
eu sou o vigário desta paróquia!
tomara...
O bêbado leva um baita escorregão e cai de cócoras. Com muita
dificuldade consegue se levantar. De repente, sentiu um líquido
escorregando pelo corpo, procurou a garrafinha que trazia, apalpa os bolsos
e geme:
-Hic... Tomara que seja sangue!
dificuldade consegue se levantar. De repente, sentiu um líquido
escorregando pelo corpo, procurou a garrafinha que trazia, apalpa os bolsos
e geme:
-Hic... Tomara que seja sangue!
Perdi tudo!
O bêbado ia andando pelo estacionamento e enfiando a chave em todo carro que encontrava pela frente. Veio o guarda e perguntou:
- Qual é o problema, senhor? Posso ajudá-lo?
- É que eu perdi o meu carro - disse o bêbado.
- E onde o senhor viu o seu carro pela última vez?
- Aqui mesmo. Na pontinha dessa chave hic!
O guarda examinou o bêbado de alto a baixo e falou:
- O senhor não está bem. Não vê que sua camisa está rasgada e suja de vômito, sua braguilha está aberta e seu instrumento de fora...
O bêbado olhou para baixo e disse surpreso:
- Chi! Não é que eu também perdi a mulher qui tava comigo.
- Qual é o problema, senhor? Posso ajudá-lo?
- É que eu perdi o meu carro - disse o bêbado.
- E onde o senhor viu o seu carro pela última vez?
- Aqui mesmo. Na pontinha dessa chave hic!
O guarda examinou o bêbado de alto a baixo e falou:
- O senhor não está bem. Não vê que sua camisa está rasgada e suja de vômito, sua braguilha está aberta e seu instrumento de fora...
O bêbado olhou para baixo e disse surpreso:
- Chi! Não é que eu também perdi a mulher qui tava comigo.
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